Estou Jorge, fala a Elisabete. Eu nem sei bem o que dizer, está bem que ela tem razões de queixa de mim por causa de umas coisas que eu fiz. Também está certo que não devia ter tentado aproveitar-me da tua quase paralisia, mas olha estava com as vontades e tu estás ali muito à mercê de quem te visita.
Olha que o enfermeiro rabeta é menina para fazer a mesma coisa, de te apanhar a jeito e resolver tratar-te da algália. Esse mesmo enfermeirinho que ainda ajudou a Maria do Carmo a expulsar-me lá de casa, naqueles preparos. A história que eu tive que inventar para conseguir que a loja do fundo da rua me emprestasse uma gabardine. Quem ainda me viu quase nua no meio da rua e te ia visitar foi o Samuel, aquele que escreve ou que é director da revista gay. Nunca passei vergonha maior. Maa deixa estar que eu vou tolerando tudo isto em nome do meu amor, e a mamalhuda gorda da Maria do Carmo que não pense que isto fica assim. Deixa um homem ao abandono e epeois queixa-se quando alguém resolve confortá-lo. Quem vai ao mar ...
10 de Jan de 2009
#61
Publicada por André em 10:35:00 PM
Etiquetas: Elisabete
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3 mensagens no atendedor:
é substituído :D
já tinha saudades de te ler por aqui:)
Ui, telefonemas complexos esses. :P
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