Neste momento não estou em casa. Deixe a sua mensagem a seguir ao sinal... (este blog é uma história por ainda por acabar que começa no post #1.... se quiser ler as mensagens deste atendedor comece pela #1 e venha por aí acima ... as datas da publicação são as da história, nada têm a ver com a altura em que são escritos os textos). Instruções dadas.
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12/01/2009
#64
Jorge meu amigo, daqui é o Eduardo. Não sei se já reparaste, mas existe vida para lá do maxilar à banda e a perna engessada. O livro continua um sucesso e a tua história tem ajudado. Pena não teres sido espancado mais cedo que ainda aparecias no Natal dos hospitais. Agora a sério. Não consigo adiar mais uma sessão de autógrafos, os teus leitores exigem e a editora concorda. Vai ser amanhã em tua casa, ali no lusco fusco. 7 horas. Não tens que falar, basta estares apresentável e escreveres umas dedicatórias. Não te assustes, vão estar no máximo umas sessenta pessoas. Arranjas umas bebidas para os convidados ? Vou falar com a Maria do Carmo, que as mulheres, nestas coisas, são mais desenrascadas. Saudinha e até amanhã.
19/12/2008
#55
Jorge meu caro. Atende lá isto que eu estou preocupado contigo. Ouvi dizer que levaste uma carga de porrada do cunhado da Maria do Carmo e que foste parar ao hospital. É pá, logo agora nesta quadra, se isto é coisa que aconteça a um tipo como tu. Olha, a bem da verdade é para saber como estás, se ficaste com alguma coisa partida, tipo as mãos. O nosso livro está a ser um sucesso e tens uma sessão de autógrafos para o próximo fim de semana no Continente da Amadora. Dava jeito que a coisa corresse bem. Um grande abraço, as melhoras e vê se me telefonas.
15/12/2008
#51
Bom dia Jorge, fala o Eduardo. Acabei de receber pelo correio o teu trabalho. Então mandas-me na íntegra uma obra do Pedro Paixão como se fosse feita por ti? Tu estás maluco ? Achas que eu sou parvo ou retardado mental ? Onde é que estás com a cabeça? Preguiçoso, aldrabão. Tu mereces é que eu te denuncie à Sociedade de Autores. Não sei onde é que andas com a cabeça, mas nunca te tive por desonesto. Até hoje. Fala-me rapidamente se faz favor, antes que eu me decida a apresentar queixa de ti.
28/11/2008
#32
Olá Jorge é o Eduardo. A editora está muito satisfeita com o teu trabalho e confirmou a publicação. Tenho em mãos um contrato de exclusividade para os próximos dois anos. Não tens problemas em assinar um contrato exclusivo? Aliás é um falso problema uma vez que, ao que sei, não estás a escrever para mais lado nenhum. Um abraço Jorge. Amanhã falamos.
24/11/2008
#23
Tem lá santa paciência Jorge, mas vais ter que fazer alguma coisa ao conto de Maio. Um casalinho de gays bêbados ???!!! O que é que te deu para inventares isso ? Ou lhes retiras a bebedeira ou lhes acabas com as paneleirices. Trata disto rapidamente. Um abraço. Já deves ter percebido ... fala o Eduardo.
17/11/2008
#13
Olá Jorge é o Eduardo.
Telefonou-me a Elisabete toda nervosinha por causa da vossa lua de mel. Tentei dizer-lhe que provavelmente, nesta altura, dispensavas pressões e stresses desnecessários. Desculpa dizer-te mas é uma histérica. Mandei-a bugiar. Sou muito teu amigo, mas não tenho pachorra para estas cenas. Gostei da ideia do hotel. Doze histórias à volta do mesmo quarto durante os doze meses do ano, parece capaz de resultar. Vai em frente. Um abraço.
Telefonou-me a Elisabete toda nervosinha por causa da vossa lua de mel. Tentei dizer-lhe que provavelmente, nesta altura, dispensavas pressões e stresses desnecessários. Desculpa dizer-te mas é uma histérica. Mandei-a bugiar. Sou muito teu amigo, mas não tenho pachorra para estas cenas. Gostei da ideia do hotel. Doze histórias à volta do mesmo quarto durante os doze meses do ano, parece capaz de resultar. Vai em frente. Um abraço.
12/11/2008
#5
Olá Jorge. Fala o Eduardo. A editora não aceitou a tua sugestão das quatro estações e insiste nos doze contos. Espero que a razão que te impede de atender os meus telefonemas, tenha a ver com um ataque súbito de inspiração.
11/11/2008
#3
Jorge? Não acredito que ainda estejas a dormir. São 8 da noite homem. Mas a que horas é que tu começas o dia? Um dia ainda me arrependo de trabalhar contigo. Ligaram-me da editora e adoraram o teu conto. Vão publicá-lo para para o Natal, juntamente com os outros onze que eu prometi estarem quase prontos. Tem que sair no final deste mês, mãos à obra meu rapaz. Quinze dias para escrever onze contos. Um por dia e ainda ficas com quatro dias de férias. Depois falamos. A propósito do conto, houve necessidade de lhe trocar o título. "A tua sombra ainda me faz tropeçar" era vago e lamechas, chamámos-lhe "Janeiro". Anda lá génio, enche esses papéis de boas ideias.
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